O Vestígio nasceu em 2025 da inquietação de jornalistas e pesquisadores que, ao percorrer cidades históricas, museus de bairro e ateliês escondidos, perceberam uma lacuna: faltava um endereço editorial dedicado exclusivamente às histórias que o Brasil deixa para trás — e às que ainda precisamos contar com rigor e sensibilidade.
Nosso nome não é metáfora vazia. Vestígio é o rastro que permanece quando algo passou: o azulejo desbotado na parede, a carta guardada numa gaveta, a pintura Yanomami que ocupa pela primeira vez a galeria principal de um museu. Cada reportagem que publicamos parte dessa convicção: olhar de novo o que costumamos ignorar no caminho para o trabalho.
O que publicamos
Cobrimos três eixos que se cruzam constantemente. Patrimônio: restaurações, tombamentos, arquitetura e objetos que carregam memória coletiva. Arte: exposições, artistas, debates sobre representação e circulação de obras. Narrativas: histórias de família, arquivos domésticos, tradições orais e relatos que complementam — ou contradizem — a história oficial.
Não nos interessa apenas o que está em cartaz na grande exposição. Queremos saber quem restaurou aquele vitral, qual família morou naquela casa por três gerações, por que determinada comunidade escolheu pintar em vez de esculpir. Preferimos passar semanas numa mesma rua a publicar dezenas de notas genéricas.
Como trabalhamos
Nossa redação é enxuta e distribuída pelo Brasil. Toda matéria passa por revisão editorial, checagem de fatos e conversa com fontes identificáveis. Não aceitamos pauta patrocinada disfarçada de reportagem. Não utilizamos trackers invasivos de publicidade — apenas um aviso de cookies essenciais para lembrar sua preferência de navegação.
Acreditamos que jornalismo cultural, feito com profundidade, pode mudar a forma como enxergamos nosso próprio território. Cada edição do Vestígio é um convite a desacelerar, observar e reaprender a ler o Brasil pelos detalhes.
Equipe editorial
Marina Alves — editora-chefe. Jornalista cultural formada pela UFBA, com duas décadas cobrindo patrimônio e artes visuais no Nordeste. Rafael Costa — crítico de arte e repórter cultural, mestre em história da arte pela USP, com foco em arte indígena e afro-brasileira contemporânea. Camila Ribeiro — repórter de narrativas, formada em jornalismo pela PUC Minas, especialista em história oral e memória urbana.
Para pautas, correções ou colaborações, escreva para [email protected] ou use nosso formulário de contato. Nossa política editorial detalha critérios de publicação, correções e independência.
Última atualização: 12 de junho de 2026